domingo, 4 de outubro de 2009

Um pouco menos deles


Com as palavras certas você tem o poder de me dominar. Sim, você. Não olhe para o lado, nem tente imaginar que pode ser alguém que você conheça. Sou humana, muitas vezes decidida e por vezes influenciável. Sabe de uma coisa, já fiz coisas que eu não gostei para agradar a quem me faz bem. Não torça o nariz pensando que você nunca fez isso, pelo contrário, alguma vez na vida você correu para não ficar para trás, mesmo sabendo que não ia alcançar quem partiu primeiro. Viu, foi seu instinto.
Ainda vejo depois do nascer do sol pessoas como você caminhando sem olhar para o lado, talvez ela esfregue os dedos das mãos por ter visto alguém fazendo o mesmo. Ela pode acender o cigarro e levá-lo a boca posicionando-o milimetricamente no canto direito, tragá-lo com os olhos fechados e assoprar a fumaça com a cabeça erguida olhando para céu discretamente. É, pode ser instintivo, ao mesmo tempo que pode ter aprendido vendo seu pai fazendo da mesma maneira.
Já quis mudar o penteado, cortar aquela calça, ou parar de passar lápis nos olhos. Para quê? Para parecer com aquela menina que todos param para olhar. Mas, me dei conta que ia ser em vão. Vou dar destaque ao que tenho de diferente... quem sabe a pinta no lábio ou o cabelo bagunçado.
Estou ficando chata por tentar fazer apenas aquilo que quero. Não, não me entenda mal. Estou somente deixando de agradar a todos, praticando o não ser inteiramente agradável e sendo um pouco mais daquilo que os outros são comigo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Eu te aconselho.

Não foi a chuva, nem a data no caléndario, simplesmente percebi que passou. Não de uma hora para outra, mas mesmo assim. Comecei obserbando que ainda tenho muito para viver e logo depois, vi que isso pode acontecer com ou sem você. A certeza disso virá com os dias contados no calendário preso na parede.
Se chorei por esses dias, foi culpa da saudade. Daquilo que por vezes pensei haver perdido. Daquela que me recordo sempre, mas que não aparece com a mesma intensidade. Me faltam a presença de muitos, mas minhas palavras não são para eles...
Sabe, eu tentei dar conselhos. Vi-me tão sem ação na frente dele.O que veio pedir socorro quando o ar lhe faltou. Acho que me perco nas palavras, repito a mesma coisa cem vezes, mas de maneiras diferentes. Ah meu querido, eu queria poder te ajudar. Queria lhe garantir que como a minha dor, a sua também vai passar. Apresentar-lhe a certeza de que não deixa marcas mesmo contrariando o que sinto aqui. Você lutou por algo maior, pela mulher amada. Eu não.
Te imaginei chorando, deitado no sofá, na tarde de tempo estranho que dominou toda cidade. Sem sons. Apenas com o barulho da construção ao lado, como você mesmo contou. Confesso que fiquei com medo de te ver, não gosto de sentir pena do próximo. Pena não é um sentimento para se ter orgulho. É por isso que eu pretendo extingui-lo, de dentro de mim, é claro.
Preocupação. Resume-se assim minha tarde de quarta-feira, a partir do momento que você apareceu. Sem proteções, triste, inconformado, derrotado.
Nunca passei por nada parecido. Não tenho nenhuma história de superação para tentar te reerguer. Hoje posso apenas lhe oferecer meu colo junto de uma palavra de conforto. "Vai ficar tudo bem, meu querido". A única certeza que eu pude lhe ofertar foi a do tempo. Aquele que leva embora tudo o que é bom, e que desmancha o que é ruim.
Infelizmente não temos um comando que nos faça parar de amar, parar de sofrer, parar de chorar, parar de pensar. Tudo seria mais fácil se funcionasse dessa forma. ( E que graça teria, mas isso fica para outra hora.) No entanto, sempre ouvi por aí "Só errando, dando com a cara no chão, é que vamos aprender o que não mais deve ser feito." Machuca. Cicatriza. Cura. Passa.
Eu sei que aí dentro, de onde saem tantas palavras tristes há de existir uma força. E é essa que vai lhe fazer levantar, do mesmo modo que eu levantei. A trancos e barrancos, mas com alguma coragem de ver um sol nesses dias nebulosos.
Desculpe se comparei nossas histórias, companheiro. Sei que são tremendas as diferenças entre elas, mas mesmo assim te peço, me deixe falar o pouco que sei.
Depois de tudo o que foi conversado senti aqui dentro aquela vontade de tentar de novo, de correr mais um pouco e quem sabe alcançar a vitória. Um final feliz. Só que por hoje vou esperar. Esperar o meu susto passar, esperar as certezas que podem vir, esperar alguém chegar e quem sabe dizer: você pode ir tranquila, vamos fazer isso juntos.

Promete ficar bem? Promete me avisar, ao menos, quando não cumprir a primeira promessa? Promete chorar, mas o sufuciente para sentir-se aliviado? E por fim, promete viver para amar outra vez?!

Eu estou contigo.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Enfim.

Ei menino, deixa eu te falar uma coisa: eu não sabia. Sempre fui de colocar o carro na frente dos bois, de dizer 'não faça isso' e me ver em instantes fazendo o que reprovei. Não é de hoje que venho me atrapalhando nas palavras, destilando meu veneno entre os corredores desse lugar, dizendo aos quatro ventos que eu não sou uma má pessoa, que eu quero o bem do próximo, ao mesmo tempo que julgo indivíduos pelo prazer de vê-los mal.
Eu já coloquei a culpa em você, em mim, neles, em que você imaginar, entretanto, ainda não vejo o motivo de tanto rancor em minhas mãos. Aconteceu. Acontece sempre, e continuará assim. Caminho por aí armada com argumentos que podem despir até o mais convicto dos nossos, mesmo sendo palavras falhas, construções que ao fundo não fazem sentido.
Eu nasci no dia 23 de agosto, sou virginiana, ainda não me sinto mulher e sou insegura. Sinto falta dos meus pais, choro de saudade, e sofro por orgulho. Já machuquei desde a unha do pé até a testa. Sempre fui teimosa mas, sou insistente até quando admito que errei. Eu erro sempre. Nunca arrasei corações. Ouvi uma vez "Gabriela, você tem que acreditar que as pessoas podem gostar de você; existe sentimento, a vida não é apenas uma questão de interesses". Sabe menino, eu ainda não acredito nisso.
Agora as borboletas na barriga não tem mais graça. Eu precisava dizer que muita coisa neste instante passou, mas temo pelo que há de vir. Estou desacreditada. Menino, o meu momento de tormenta não é sua culpa, não tome isso como mais um tijolo para a barreira que criei entre nós. E se possível pense como eu: até o muro de Berlim veio abaixo; eu não sou feita de concreto.
Eu escrevo cartas, e essa é uma delas, uma das poucas que foi endereçada, com o intuito de finalizar aqui o que me envolve por dentro. Imagino que eu não era a única que esperava as minhas palavras aqui, só temo pelo fato de ser aqui; mas eu ainda insisto que seja, a escolha foi minha.
Li esses dias por aí "Eu só quero que acabe logo pra virar texto". Não foi assim, eu exitei. Dei a mim mesma um tempo necessário para digerir o turbilhão de informações que recebi. Tudo bem, não foi um turbilhão, talvez tenha sido um balde de água fria. E eu sinto que eu ainda não escrevi tudo.
Mas menino, me explica, o que eu respondo para minha mãe quando ela diz: "Eu sei que aquela noite que você me ligou chorando não foi pela chapinha queimada, ou a nota baixa na faculdade. O que aconteceu Gaby?"
Talvez eu diga que as coisas não andam dando certo e que além disso a minha ficha demora para cair.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

E que passe.

E quando o clima não é animador, os versos que ouço também tomam essa forma. Quando trocamos o o claro do dia, pela calmaria da noite e as músicas agitadas, pela balada lenta do momento.
Quando isso acontece, o que nos resta fazer?
Não, eu não estou reclamando de nada.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Com relacionamentos anteriores aprendi...


Que sou chata. Que posso ser incrivelmente mimada. Que sei magoar, no entanto, pratico até a exaustão o pedido de desculpas. Aprendi que tudo deve ser detalhado e explicado. Deixar palavras e argumentos implícitos é entrar na zona de risco, comprometendo próximos passos.
Aprendi que devo mentir e omitir. A sinceridade pode atrapalhar e o que era para ser uma conversa tranquila sobre o tempo, pode se transformar em uma discussão sem pé nem cabeça. Eu nunca estou inteiramente certa, e me atrevo a dizer que nem completamente errada. Equívocos acontecem, e por que não ignorá-los?
Aprendi que você não deve acreditar quando lhe chamam de romântico. Existirá sempre alguém mais romântico que você, e isso lhe fará pensar que é um andróide do século XXI.
Umas das lições primordias: eu nunca vou estar satisfeita. Duvido que você sempre esteja satisfeito com tudo, pelo menos nesse caso eu assumo e afirmo. Quer que te liguem? Ligue primeiro. Quer conversar? Tome a iniciativa. Precisa de um tempo? Fuja sem deixar rastros. Quer ser compreendido? Compre um cachorro.
Aprendi que aquela frase "um gesto vale mais que mil palavras" traduz o momento de silêncio em que uma mão sobre a outra te faz se sentir alguém para alguém.
Aprendi que Vinicuis de Moraes era um sonhador, mas sua sabedoria ultrapassava o limite do real. "... que seja infinito enquanto dure."
Que eu não sou a única preocupada em sair/manter ileso. Mesmo sem querer eu posso machucar... mas não posso curar em todo momento.
E descobri, afirmei e me conformei com a ideia de que nunca provei de um relacionamento longo e com vasta aprendizagem. Fiz testes, recolhi informações e caí na mesma pergunta de sempre: eu sei brincar disso?

Sujeito a possíveis alterações. Abraço.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Manual Feminino: como lidar com a TPM em 22 passos

-Não me diga bom dia.
-Não deixe de me cumprimentar.
-Não me critique.
-Seja sincero.
-Não venha com assuntos polêmicos.
-Não deixe eu ser a última a saber das coisas.
-Não diga que eu estou brava.
-Não fale que estou manhosa.
-Não afirme que estou carente.
-Você ouve e concorda.
-Responde quando a resposta for solicitada.
-Identifica perguntas reciprócas, e fica calado.
-Não pergunte porque estamos chorando.
-Quando o problema é meu, ele é só meu, certo?!
-Eu estou certa e você errado, a não ser que concorde comigo.
-Você deve ter a sua opinião.
-Se sua opinião for contrária a minha me conte em um momento mais oportuno.
-Não dê trela as minhas provocações e grosserias.
-Não deixe de brigar comigo.
-Não perca o amor aos seus dentes.
-Por fim: me dê chocolate e estamos conversados.

Uma semana, todo mês, por muitos anos. Assim eu conclui que é questão de costume.

Manual especialmente dedicado ao meu ogro de estimação,
Guilherme Santana .

Assim


Só feche a porta.
Sente e tome essa cerveja comigo. Me conte como foi seu dia, o que te aborrece e para onde quer ir depois daqui.
Posso lhe oferecer um colo, a atenção que guardo e cultivo por aqui. Se isso não ajudar ainda posso te chamar para ficar comigo essa noite. Teremos tempo para conversar, aquelas conversas que há tempos não temos, sobre o irrelevante e cômico, sobre mim e você, quem sabe mais sobre mais sobre mim.
Já não falávamos do acaso, seu semblante desanimador polui tudo a minha volta. Eu ainda gosto de você, mas o que construímos só pode seguir adiante quando você desejar o mesmo que eu: que isso aconteça. Pense mais uma, duas, três, quatro, quem sabe cinco vezes. Prefiro números ímpares, e por fazer o que você não faz decidi ficar só. Esta noite, apenas uma, apenas eu.
Se deve esquecer o que eu lhe disse? Que pertinente indecisão, faça dela o que preferir.
E por favor, feche a porta ao sair.

Obs: Se eu tivesse um heterônimo, eu daria a ele os créditos desse texto.
Até meus queridos.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Uma, duas, três, sete,...vinte e quatro


Há algum tempo eu vinha reclamando da falta de tempo para o meu sono. Pois é, minha vida andava levemente atribulada e, desorganizada como sou, deixei meus afazeres para o último minuto. Entretanto, nessas férias suínas deparei-me com o tempo. Sim meus queridos: o tempo. Este mesmo que você conta nos relógios ou nas páginas do calendário. Impressionaste como 24 horas podem virar uma eternidade.
Ultimamente tenho dormido mais de 12. Vezes? Não, horas. E engana-se aquele que pensou que ao acordar estou com a pele perfeita e com a disposição a mil. Levanto com cara de poucos amigos e sem vontade de sair do lugar. Classifiquei este momento do dia como falta de coragem, afinal já não ando entusiasmado com qualquer coisa.
Meus amigos me perguntam: "que desanimo é esse Gabriela?" É minha gente, uma coisa que aprendi na faculdade foi viver sob pressão, e confesso que isso funciona com total eficácia no meu caso. Saber que tudo aquilo é para ontem, que sua casa está em uma situação deplorável e que (surpresa!) tudo deve e vai ser resolvido por você. Claro que com o jeitinho brasileiro damos uma volta na vida e atrasamos pelo menos um pouquinho o prazo de tudo isso.
Nessas horas de ócio tento tapear eu mesma: "vou lavar a louça!" Ledo engano, fico enrolando e até esqueço o que estava fazendo na cozinha. Óbvio que minha louça não se lavará sozinha, mas ah, deixa eu ser feliz com a minha louça suja?
Retomando meu drama da vez fiquei 48 horas sem colocar as fuças para fora da minha humilde residência. Não pense você que estou entrando em depressão, mas antes ficar de bobeira em casa do que na rua, certo?! E além disso, Londrina acordou com aquele típico clima sedutor que te faz pensar 7 vezes antes de jogar para escanteio o quente e aconchegante edredon. Me isolei. É repito: me isolei. Fechei meu casulo e resolvi ficar por aqui um tempo. Meu aniversário se aproxima e minha crise existencial está para bater na porta, e junto dela vem aquela outra, que tive o prazer de denominar como "É TUDO MEU". (Mimada é a m**)
É isso coleguinhas, termino por aqui dizendo que ainda não fechei para balanço, então dá tempo de bater no meu apê para fazer uma visitinha.
Até!
Beijomeinterfona :*

PS: Se vier, traz uma torta. Abraço.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Chora me liga!

"Você não me disse que estava indo embora." Essa frase não bateu como uma bola qualquer que quica, mas sim como uma pedra que cai ao chão e por lá fica. Fiquei sem palavras, por mais que meus amigos saibam que em determinada hora eu teria de ir, estes mesmos não se conformaram em saber que eu não estava mais lá. Não pelo fato de eu ter partido, mas sim pela falta de aviso.
Os momentos que passei ao lado deles foram ótimos. Adoro reencotrar aqueles que desde sempre compartilham das minhas aventuras, não que minha vida seja repleta de emoções. No entanto, confesso que apenas um sabia que meus dias em casa não estavam sendo dos melhores. Naquela sexta-feira em que minhas malas já estavam prontas pensei apenas em ligar para aquela que não via há dias, a mesma que não me ligou durante aquelas semanas e que quase nunca aparece. Planejei avisar a todos que fui embora quando chegasse na minha casa, acho que devo chamá-la assim. Eu confesso: não esperava que eles ficassem chateados.
Não queria ter de repetir a cada um o que se passou naquela casa, só queria esquecer que por uma hora não quis que meu irmão existisse. Pensando aqui com meus botões caí na realidade: eu ficaria irada em saber que eles foram sem se despedir.
Fui egoísta e me dei conta que eles não se importam comigo apenas quando eu me encontro ao lado deles. Eles pensam em mim, sentem minha falta, querem saber como eu estou. E eu? Estou mais preocupada com a roupa que eu vou usar hoje? Com a quantia de dinheiro que tenho para o almoço? Com a chuva que teima em cair? Pois é, acho que eu não acreditava fielmente na consideração deles. Fui tola ao pensar que um simples pedido de desculpas resolveria minha situação. Não sou a única com problemas por aqui, hoje mais do que nunca vi que o mundo não roda em volta do meu umbigo.
Gabriela, o que você vai dizer para eles agora? Que sente muito e que no fim do ano paga aquela torre de chopp que da última vez não tomamos? Que promete não dar mais foras ou algo do tipo? Que avisará formalmente o dia e horário que consta em sua passagem de volta? Acho melhor você pedir desculpas, dizer que não foi por mal e prometer que isso nunca mais vai acontecer.

Me desculpem Juliana, Jéssica, Victor e Guilherme. Eu não fiz por mal, e prometo que isso não vai se repetir.
Vou vê-los daqui a alguns meses e vou fazer vocês rirem disso.

PS: Nem em sonho em banco a torre sozinha. Tenho dito. haha

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Quem tá falando? Sou eu

Eu respirei fundo, não faço isso muitas vezes. Há dias não nos falavamos, será que seria como antes?! Foi essa dúvida que me fez por uma hora ficar sem ação em frente ao telefone, pois é, estou com tempo de sobra.
Na primeira tentativa senti meu coração quase pular de dentro do peito. O mantra que eu repeti ajudou a perceber o quão juvenil eu estava sendo: "Gabriela, é só uma ligação!". Tentativa frustrada, ninguém respondeu, a linha caiu, no entanto eu ainda fiquei com o telefone nas mãos. Disse para mim mesma que mais tarde ligaria de novo.
Tentei outra vez, e não é que esse telefone teimava em tocar, tocar, tocar e me deixar cada vez ansiosa. Não era possível que ficaria mais um dia sem falar com ele. Você pode pensar, ficou tantos, um a mais um a menos, não vai fazer diferença. Enganam-se os que pensaram assim.
Depois de três tentativas já não tinha a mesma motivação, resolvi deixar para o outro dia. Finalmente nós falamos.
Não tive de esperar muito, a resposta foi rápido e me atrevo a dizer que houve uma supresa. Não que eu estivesse pensando que ele velaria o telefone o dia todo esperando minha ligação, mas por outros motivos me arrisco no palpite.
Eu estava crente que ia ser uma conversa pálida e sem sentido, mas não foi bem assim. A noite de segunda-feira ganhou um 'que' a mais depois dessa simples ligação. Foi pouco tempo, mesmo sendo viciada em conversas ao telefone, os cinco minutos foram suficientes. Suficientes para saber que amanhã eu posso ligar de novo e ainda ouvir: "que bom ouvir sua voz".



PS: Tá eu sou tonta, deixa eu ser feliz? haha